Água

Eu sou a garota que avista na outra margem, tão distante, sua casa, seu lugar.
E me pego olhando, querendo… e sei que não posso atravessar, pois me afogaria.
E enquanto quero e imagino, tanta água vai passando por mim… e eu sei disso.

Eu sou a garota que avista na outra margem, tão distante, sua casa, seu lugar.
E me pego olhando, querendo… e sei que não posso atravessar, pois me afogaria.
E enquanto quero e imagino, tanta água vai passando por mim… e eu sei disso.
Janeiro 28, 2009 às 11:06 am
Se você não andar, talvez nunca encontre a ponte que está ali, na curva do rio.
Janeiro 28, 2009 às 11:07 am
Obrigada, Igo…
Janeiro 29, 2009 às 11:31 am
È aguas passageiras, que um dia serão aguas passadas…Importante usar a corrente a teu favor!
Janeiro 29, 2009 às 11:48 am
12 anos de natação servirão pra alguma coisa… vou te buscar..
águas passadas? creio que não.
Janeiro 29, 2009 às 12:28 pm
Ah, mas será que não dá para montar um barquinho?
Acho que o negócio é colocar o Wilson por perto e tentar. Ou não. Desistir de uma vez. Esse meio termo entre querer e conseguir é muito ruim.
Como diria uma música do Los Hermanos: “aponta pra fé e rema”.
beijo!
Fevereiro 10, 2009 às 2:15 pm
Eita nóis que eu estava com saudade de vir aqui!^.^
É sempre um aprendizado ler seus textos.
à propósito, o endereço do meu blog agora tem um tracinho no meio. Aquele outro endereço já era.
Um grande abraço!
http://www.manufatura-nova.blogspot.com